Quebra Térmica

A quebra térmica pode ser influenciada por vários fatores. Um fator fundamental a ser considerado nos estágios iniciais da seleção do vidro é se o vidro será ou não sombreado. Quando o vidro é parcialmente sombreado pela construção de saliências ou extensões, ele se torna mais frio nas bordas e pode ocorrer tensão no vidro, o que pode resultar em quebra térmica.

Em áreas onde a ruptura térmica pode ser preocupante, uma análise de ruptura térmica deve ser realizada para determinar se o tratamento térmico (fortalecimento térmico ou revenimento) pode ser necessário.

O tratamento térmico também pode ser necessário devido a altas cargas de vento ou requisitos de código de vidro de segurança. O grau em que a área central do vidro fica quente é largamente dependente da absorção solar do vidro, que varia entre diferentes tipos de vidro. Alguns fatores adicionais que podem influenciar a quebra térmica são listados abaixo:

  • Moldura de vidro em contato direto com concreto ou outros materiais que podem contribuir para o resfriamento da borda de vidro
  • Cobertura excessiva da borda pela moldura
  • Filmes de absorção de calor colocados no vidro após a instalação
  • O uso de dispositivos de sombreamento interno, como cortinas ou venezianas - se forem usados dispositivos de sombreamento, eles devem ser colocados longe do vidro para permitir um fluxo livre de ar na superfície do vidro
  • O fluxo de ar da refrigeração da sala ou das aberturas de aquecimento deve ser direcionado para longe do vidro
  • Edifícios não aquecidos durante a fase de construção podem sofrer um aumento na quebra térmica
  • De um modo geral, quanto maior a área de borda de vidro, maior o risco de quebra térmica

O risco potencial pode ser estimado por uma análise de estresse térmico auxiliada por computador.

Entre em contato com o ASM regional para assistência na análise de tensão térmica.